Eu quero uma mulher
Que fume, que beba
Que me deite na cama
E que me ame
Que me afogue em seus beijos
Me acenda o fogo do nosso terreiro
Eu quero uma mulher
Que decore os meus pecados
Que mate os meus desejos
E enfeite minha alma, na nossa cama
Quero uma mulher que saiba
De cor, que cores compõe os acordes
Das manhãs de sois.
Gastei uma hora pensando um verso que a pena não quer escrever. No entanto ele está cá dentro... e não quer sair. Mas a poesia deste momento inunda minha vida inteira.
sábado, 21 de março de 2009
segunda-feira, 9 de março de 2009
Enquanto Ela Não Chegar.
Busco em ti tudo o que não sei de mim
Os beijos que irão fazer esquecer-me
Do resto da vida antes de você
Não sei além de mim, como deverá ser,
Enquanto acordo pra nos teus olhos sonhar
Penso na vida e o que ela de mim fará
Imaginando nos dias em que teus beijos trará
Um nova vida,e novos gostos para se tragar
Hoje em dia tanto me faz sonhar
Com essa chegada que um dia quem sabe virá
Com os olhos que hoje busco no luar
Entre as ruas luas e passeios do lado de cá
O formato do teu sorriso e o som que me fez amar
As fibras do teu corpo e o timbre que pude escutar
Através do meu desejo tento te guardar
Torna-lá somente minha para minha vida mudar
Desde agora até quando desejar nela pra sempre ficar.
Cravo e Canela ..rss
Os beijos que irão fazer esquecer-me
Do resto da vida antes de você
Não sei além de mim, como deverá ser,
Enquanto acordo pra nos teus olhos sonhar
Penso na vida e o que ela de mim fará
Imaginando nos dias em que teus beijos trará
Um nova vida,e novos gostos para se tragar
Hoje em dia tanto me faz sonhar
Com essa chegada que um dia quem sabe virá
Com os olhos que hoje busco no luar
Entre as ruas luas e passeios do lado de cá
O formato do teu sorriso e o som que me fez amar
As fibras do teu corpo e o timbre que pude escutar
Através do meu desejo tento te guardar
Torna-lá somente minha para minha vida mudar
Desde agora até quando desejar nela pra sempre ficar.
Cravo e Canela ..rss
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Ipanema
Entre gentilezas passeamos pela tarde
Descobrindo o sentido de uma velha cidade
Habitada por leitores de todas as classes
Seguindo com risos e simplicidade
De caminharmos de mãos dadas lado a lado
Te protegi do desconhecido
Das ruinas nesse Rio perdido
Por entre ruas atirei-me em sorte
De nadar contra o destino
Enquanto você se abrigava
Do sol que vinha esquentando
O nosso mar de aguas claras
Novos amigos e um velho desejo
De enfeiticar teus olhos
E consumir os teus beijos
Pelas praias, pela cidade, pelo mundo afora
Onde além de mim você mora.
Descobrindo o sentido de uma velha cidade
Habitada por leitores de todas as classes
Seguindo com risos e simplicidade
De caminharmos de mãos dadas lado a lado
Te protegi do desconhecido
Das ruinas nesse Rio perdido
Por entre ruas atirei-me em sorte
De nadar contra o destino
Enquanto você se abrigava
Do sol que vinha esquentando
O nosso mar de aguas claras
Novos amigos e um velho desejo
De enfeiticar teus olhos
E consumir os teus beijos
Pelas praias, pela cidade, pelo mundo afora
Onde além de mim você mora.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Ouvindo a ilustre senhora Rita Lee.
Hoje descobri que não sei qual minha dosagem certa, e o que provoco nas pessoas,
Pois quando sou um bem para alguém, me torno um bem maior do que eu julgo ser.
Ás vezes eu acho que faço mal, mas não por maldade, não que eu queira, mas o mundo é assim e as pessoas são assim.
Esperam demais de você e em troca já não se sabe.
Se a palavra que procuro pra tornar esse texto possível é “mutante”?
Então ela é a palavra!
A pessoa não nasce mutante, ela se torna no primeiro momento em que abre os olhos,
Quando consegue enxergar o mundo que a rodeia mesmo que não saiba o que se passa em seu consciente.
Alguma coisa fica gravada para futuramente reconhecer os seus antecedentes e a que classe pertence.
Mas esse não é a linha de raciocino que eu quero seguir para expandir ainda mais essas palavras e tornar um pouco mais agradável aos olhos de quem venha a ler esse simples texto.
Quando alguém se torna um mutante?
Pôr que? E como?
No momento em quem uma segunda pessoa o julga um ser diferente dos outros, das outras classes.
Pelo simples fato de ser julgado sem ser conhecido ou pelo o fato de tentar conhecê-lo.
Através dos meios de comunicação que na hora, são mais comunicáveis do que o necessário.
As coisas que eu escrevo não fazem sentido algum, e quando faz alguém já não o acha tão bom quanto deveria ser em primeira mão.
De madrugada tudo estando escuro fica mais claro de se ver um ser que ocupa um espaço um lugar um momento.
E nesse momento que a gente enxerga esse alguém a luz vem entrando por alguma fresta. Seja da porta do telhado ou da janela...
E quando essa luz entra você acorda pensando que é um mutante, por estar se sentido totalmente diferente, mas você se vê com os olhos alheios e não com os seus.
Quando estás de fronte, pro espelho tenta traçar a mesma linha de visão que alguém desenhou em você.
Seguindo a linha quanto mais eu tento entender os outros mais eu me vejo desentendido.
Tem dias de chuva que acordam pra serem sóis
Tem dias de sol que acordam para serem de chuvas
Tem dias que eu acordo com a cabeça na lua
Tem dia que eu nem acordo por que não dormi
Tem dias e mais dias que eu penso..
E você roubaria os anéis de saturno por mim?
Pois quando sou um bem para alguém, me torno um bem maior do que eu julgo ser.
Ás vezes eu acho que faço mal, mas não por maldade, não que eu queira, mas o mundo é assim e as pessoas são assim.
Esperam demais de você e em troca já não se sabe.
Se a palavra que procuro pra tornar esse texto possível é “mutante”?
Então ela é a palavra!
A pessoa não nasce mutante, ela se torna no primeiro momento em que abre os olhos,
Quando consegue enxergar o mundo que a rodeia mesmo que não saiba o que se passa em seu consciente.
Alguma coisa fica gravada para futuramente reconhecer os seus antecedentes e a que classe pertence.
Mas esse não é a linha de raciocino que eu quero seguir para expandir ainda mais essas palavras e tornar um pouco mais agradável aos olhos de quem venha a ler esse simples texto.
Quando alguém se torna um mutante?
Pôr que? E como?
No momento em quem uma segunda pessoa o julga um ser diferente dos outros, das outras classes.
Pelo simples fato de ser julgado sem ser conhecido ou pelo o fato de tentar conhecê-lo.
Através dos meios de comunicação que na hora, são mais comunicáveis do que o necessário.
As coisas que eu escrevo não fazem sentido algum, e quando faz alguém já não o acha tão bom quanto deveria ser em primeira mão.
De madrugada tudo estando escuro fica mais claro de se ver um ser que ocupa um espaço um lugar um momento.
E nesse momento que a gente enxerga esse alguém a luz vem entrando por alguma fresta. Seja da porta do telhado ou da janela...
E quando essa luz entra você acorda pensando que é um mutante, por estar se sentido totalmente diferente, mas você se vê com os olhos alheios e não com os seus.
Quando estás de fronte, pro espelho tenta traçar a mesma linha de visão que alguém desenhou em você.
Seguindo a linha quanto mais eu tento entender os outros mais eu me vejo desentendido.
Tem dias de chuva que acordam pra serem sóis
Tem dias de sol que acordam para serem de chuvas
Tem dias que eu acordo com a cabeça na lua
Tem dia que eu nem acordo por que não dormi
Tem dias e mais dias que eu penso..
E você roubaria os anéis de saturno por mim?
domingo, 15 de fevereiro de 2009
O ultimo
Meus pensamentos sempre ousam voar
Para te-la nos meus sonhos
Quando desejo na sua vida entrar
Minha alma vagueia querendo teu ser encontrar
Acordar sob o sol que ilumina seus olhos
A luz que guia o meu olhar
O meu amor por ti não sabe como parar
Desejar outra vida, se não a tua para sempre ficar.
Para te-la nos meus sonhos
Quando desejo na sua vida entrar
Minha alma vagueia querendo teu ser encontrar
Acordar sob o sol que ilumina seus olhos
A luz que guia o meu olhar
O meu amor por ti não sabe como parar
Desejar outra vida, se não a tua para sempre ficar.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Dezenove
A luz do sol me envaidece
Faz meu corpo em paz de espírito ficar
Enobrece minha alma e os meus olhos
Quando desejo nela pensar
A chuva que molha minhas mãos
Que tanto ousa por ti falar
Traçar para o papel tudo sobre o teu ser
Sobre tudo o que eu possa enxergar
A leveza que traz o seu riso
E a beleza que tem seu olhar
Quando refletindo o sol a cor se faz mudar
Dando a clareza que é feito para durar
De que sempre esperei para nesse dia acordar
Abraçado por sua volta e por tudo que ela trará
A luz do sol me envaidece quando desejo nela pensar.
Faz meu corpo em paz de espírito ficar
Enobrece minha alma e os meus olhos
Quando desejo nela pensar
A chuva que molha minhas mãos
Que tanto ousa por ti falar
Traçar para o papel tudo sobre o teu ser
Sobre tudo o que eu possa enxergar
A leveza que traz o seu riso
E a beleza que tem seu olhar
Quando refletindo o sol a cor se faz mudar
Dando a clareza que é feito para durar
De que sempre esperei para nesse dia acordar
Abraçado por sua volta e por tudo que ela trará
A luz do sol me envaidece quando desejo nela pensar.
sábado, 8 de novembro de 2008
Confuso
Meu pensamento anda muito mais a desejar
Do que ter-te dessa forma
Presa em mim e assim em meu lar
Meu pensamento não anda pois não
Tem como seu desejo movimentar
O movimento que ele faz e somente em ti pensar
Meu desejo que tanto quer ousar
Pensa que e meu coração
E assim ele não pode pensar
Pois desejo não pensa só sente querer
E o meu hoje acordou tão confuso
Querendo outro dia fosse
Meu pensamento para pensar em você
Do que ter-te dessa forma
Presa em mim e assim em meu lar
Meu pensamento não anda pois não
Tem como seu desejo movimentar
O movimento que ele faz e somente em ti pensar
Meu desejo que tanto quer ousar
Pensa que e meu coração
E assim ele não pode pensar
Pois desejo não pensa só sente querer
E o meu hoje acordou tão confuso
Querendo outro dia fosse
Meu pensamento para pensar em você
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